| 17/12/2007 - JPSDB repudiará declarações de Tarso Genro
Lamentáveis as declarações de Tarso Genro.
O Ministro Petista deveria trabalhar mais e falar menos.
As condições das carceragens do país revelam bem o nível do seu trabalho no Ministério.
Tucanos: arrogância explica ataques de ministro a FH
Para José Aníbal, petistas não aprendem com derrota
Brasília (14 de dezembro) - Para o deputado José Aníbal (SP), as "afirmações grosseiras" do ministro da Justiça, Tarso Genro, revelam que os "companheiros" não aprendem com a derrota e não sabem perder. Hoje o petista culpou o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso pela derrubada da CPMF e disse que o tucano tem "inveja" de Lula.
Lição
"Essas afirmações só confirmam o conceito negativo que já tínhamos dele. Essa baixaria gratuita é explicada pela depressão depois da maior derrota da gestão petista, marcada pela arrogância e pela empáfia", rechaçou o tucano, que classificou o ministro de "subintelectual desacreditado".
Na avaliação de Genro, FH estaria fazendo uma "revanche" depois da vitória de Lula nas últimas eleições presidenciais. "O governo do PT só tem um mérito: soube manter o que estávamos fazendo, mas com a ausência de qualquer idéia nova. Apesar de usufruir do que plantamos, não acrescentou e não inovou. Tanto que a CPMF já está vencida e agora não sabem como praticar a austeridade fiscal", contestou Aníbal.
O ministro afirmou ainda que a gestão petista tirou o país da estagnação. "Deve ser por isso que estamos na lanterna dos países em desenvolvimento", ironizou o líder da Minoria na Câmara, Zenaldo Coutinho (PA). Para o deputado, a derrubada da CPMF foi uma lição para a necessidade de diálogo e um freio à elevada carga tributária do país. "A derrota não serve para diminuir a arrogância petista. Mas o PSDB é aberto, já ocupou a Presidência da República e as pesquisas apontam que o próximo ocupante do Planalto deve ser tucano. Ao contrário do PT, sentimentos nobres movem nosso partido", comparou.
O PSDB e o DEM votaram unidos contra a CPMF na madrugada da última quinta-feira e ainda arregimentaram votos de aliados da base governista, que também rejeitaram a prorrogação do "imposto do cheque". No entanto, o ministro não mencionou os aliados infiéis. Segundo ele, o que houve foi uma "derrota parcial" do governo. |